{"id":8756,"date":"2025-09-26T23:38:48","date_gmt":"2025-09-26T23:38:48","guid":{"rendered":"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/?page_id=8756"},"modified":"2025-11-06T22:44:59","modified_gmt":"2025-11-06T22:44:59","slug":"cronologia","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/en\/cronologia\/","title":{"rendered":"Cronologia"},"content":{"rendered":"<body>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">1961<\/h2>\n\n\n\n<p>Em 11 de dezembro, nasce Luiz Carlos Cintra Gordinho de Carvalhosa, em S\u00e3o Paulo, filho de Margarida Cintra Gordinho e Carlos Barros de Carvalhosa. \u00c9 o irm\u00e3o do meio de Zita e Fernando Carvalhosa.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">1977<\/h2>\n\n\n\n<p>Ingressa no colegial do Col\u00e9gio Equipe, escola prestigiada pela valoriza\u00e7\u00e3o do pensamento cr\u00edtico e criativo, celeiro de artistas e intelectuais. <\/p>\n\n\n\n<p>Participa da Revista Papagaio, publica\u00e7\u00e3o em quadrinhos criada por alunos do Equipe e impressa na gr\u00e1fica da escola, com tr\u00eas edi\u00e7\u00f5es publicadas at\u00e9 1979.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">1980<\/h2>\n\n\n\n<p>Ingressa na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de S\u00e3o Paulo (FAU USP). Inicia o estudo de gravura em metal no ateli\u00ea de S\u00e9rgio Fingermann, que frequenta at\u00e9 1982, junto de Ant\u00f4nio Malta, Fabio Miguez, Paulo Monteiro e Rodrigo Andrade, futuros parceiros no ateli\u00ea Casa 7.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"1920\" height=\"1080\" src=\"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Carlito-Carvalhosa-Abertura-3.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8731\" style=\"aspect-ratio:1;object-fit:cover;width:840px;height:auto\" loading=\"lazy\" srcset=\"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Carlito-Carvalhosa-Abertura-3.jpg 1920w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Carlito-Carvalhosa-Abertura-3-300x169.jpg 300w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Carlito-Carvalhosa-Abertura-3-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Carlito-Carvalhosa-Abertura-3-768x432.jpg 768w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Carlito-Carvalhosa-Abertura-3-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Carlito-Carvalhosa-Abertura-3-18x10.jpg 18w\" sizes=\"auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Carlito Carvalhosa na Casa 7, em frente \u00e0 pintura P08\/85, segurando foto da obra apresentada na exposi\u00e7\u00e3o Arte na rua 2.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">1982<\/h2>\n\n\n\n<p>Forma o ateli\u00ea Casa 7, em S\u00e3o Paulo, junto de Fabio Miguez, Nuno Ramos, Paulo Monteiro e Rodrigo Andrade, colegas do Col\u00e9gio Equipe. A Casa 7 ocupou um espa\u00e7o muito significativo no movimento de retorno \u00e0 pintura no Brasil, na d\u00e9cada de 1980.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">1983<\/h2>\n\n\n\n<p>Participa do 16\u00aa. Sal\u00e3o de Arte Contempor\u00e2nea de Piracicaba, ao lado dos demais integrantes da Casa 7. Na Casa 7, produz pain\u00e9is de abstra\u00e7\u00f5es geom\u00e9tricas, em esmalte sint\u00e9tico sobre papel kraft de grandes dimens\u00f5es, expostos fora do chassi [p.\u2009101].<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">1984<\/h2>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m dos pain\u00e9is, realiza pinturas de figura\u00e7\u00f5es abstratas em \u00f3leo sobre tela. O uso de materiais prec\u00e1rios e acess\u00edveis, bem como a gestualidade da pintura, s\u00e3o aspectos marcantes desse per\u00edodo. Participa da exposi\u00e7\u00e3o coletiva Arte na rua 2, no Museu de Arte Contempor\u00e2nea da Universidade de S\u00e3o Paulo (MAC USP), que exibe pinturas em outdoors publicit\u00e1rios espalhados pela cidade. Exposi\u00e7\u00e3o Pintura, no Centro Cultural S\u00e3o Paulo (CCSP): primeira mostra coletiva dos artistas da Casa 7, junto de S\u00e9rgio Fingermann. Participa do 47\u00ba. Sal\u00e3o Paulista de Belas Artes e do 7\u00ba. Sal\u00e3o Nacional de Artes Pl\u00e1sticas. Pr\u00eamio Aquisi\u00e7\u00e3o do 2\u00ba. Sal\u00e3o Paulista de Arte Contempor\u00e2nea, com a obra A bela m\u00e1quina, incorporada ao acervo da Pinacoteca do Estado de S\u00e3o Paulo [p.\u2009105]. Na FAU USP, desenvolve um projeto de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica sobre \u201cOff-set e linguagem gr\u00e1fica\u201d. No trabalho de conclus\u00e3o de curso, analisa elementos do design e as rela\u00e7\u00f5es tipogr\u00e1ficas da Bauhaus. Gradua-se em Arquitetura e<br>Urbanismo pela FAU USP.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">1985<\/h2>\n\n\n\n<p>Na Casa 7, desenvolve pinturas expressivas, de pinceladas fortes e estruturadas por manchas crom\u00e1ticas que complexificam o espa\u00e7o pict\u00f3rico, em \u00f3leo sobre tela [pp.\u2009106\u201307]. Exposi\u00e7\u00e3o Casa 7 no (MAC USP) e no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ), sob curadoria de Aracy Amaral. Participa do 8\u00ba. Sal\u00e3o Nacional de Artes Pl\u00e1sticas. Pr\u00eamio Aquisi\u00e7\u00e3o do 3\u00ba. Sal\u00e3o Paulista de Arte Contempor\u00e2nea. Participa da 18\u00aa. Bienal Internacional de S\u00e3o Paulo junto dos demais artistas da Casa 7, com pinturas apresentadas no espa\u00e7o conhecido como \u201cGrande Tela\u201d, sob curadoria de Sheila Leirner. Pol\u00eamica, a expografia justap\u00f5e pinturas de diversos artistas reunidos \u00e0 revelia sob o r\u00f3tulo de \u201cneoexpressionistas\u201d. As obras s\u00e3o fixadas quase sem intervalos, resultando em um corredor cont\u00ednuo de obras que, dessa forma, ficam pouco distingu\u00edveis entre si.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"383\" height=\"480\" src=\"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/casa7.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8950\" style=\"width:824px;height:auto\" loading=\"lazy\" srcset=\"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/casa7.jpg 383w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/casa7-239x300.jpg 239w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/casa7-10x12.jpg 10w\" sizes=\"auto, (max-width: 383px) 100vw, 383px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cat\u00e1logo da exposi\u00e7\u00e3o itinerante Casa 7, realizada no MAC USP e no MAM-RJ sob curadoria de Aracy Amaral, em 1985.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">1986<\/h2>\n\n\n\n<p>O desenvolvimento dos trabalhos gera um momento de ruptura criativa entre os integrantes da Casa 7, que passam a atuar de forma mais individualizada. Carvalhosa passa a utilizar a enc\u00e1ustica como material de pintura, em pain\u00e9is monocrom\u00e1ticos. A mistura de cera e terebentina, com pouco pigmento, permite a cria\u00e7\u00e3o de obras ricas em camadas mat\u00e9ricas e texturas, privilegiando a cor e a transpar\u00eancia da cera [pp.\u2009113\u201315]. Participa do 4\u00ba. Sal\u00e3o Paulista de Arte Contempor\u00e2nea. Exp\u00f5e na 2\u00aa. Bienal de Havana, em Cuba, e na Bienal Latino-Americana de Arte sobre Papel, em Buenos Aires, Argentina. Pr\u00eamio de Viagem ao Exterior no 9\u00ba. Sal\u00e3o Nacional de Artes Pl\u00e1sticas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">1987<\/h2>\n\n\n\n<p>Fim da Casa 7, com a demoli\u00e7\u00e3o da vila que abrigava o ateli\u00ea. Projeta e come\u00e7a a constru\u00e7\u00e3o de uma casa com ateli\u00ea na rua Simpatia, na Vila Madalena, em S\u00e3o Paulo. Segue realizando pinturas com enc\u00e1ustica monocrom\u00e1tica sobre madeira. A cera derretida e dilu\u00edda \u00e9 trabalhada com esp\u00e1tula ou com os dedos, atrav\u00e9s de opera\u00e7\u00f5es que marcam a mat\u00e9ria ao mesmo tempo que expandem o espa\u00e7o pict\u00f3rico [pp. 118\u201321]. Exp\u00f5e na Bienal de Cuenca, Equador. Primeira exposi\u00e7\u00e3o individual, Pintura com cera, na Galeria Subdistrito Comercial de Arte, em S\u00e3o Paulo, com texto de Lorenzo Mamm\u00ec. Exposi\u00e7\u00e3o Pintura, em que apresenta enc\u00e1usticas monocrom\u00e1ticas, na capela de Santa Luzia, ent\u00e3o pertencente \u00e0 Universidade Federal do Esp\u00edrito Santo, em Vit\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"1016\" height=\"673\" src=\"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/paineis.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8955\" loading=\"lazy\" srcset=\"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/paineis.jpg 1016w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/paineis-300x199.jpg 300w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/paineis-768x509.jpg 768w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/paineis-18x12.jpg 18w\" sizes=\"auto, (max-width: 1016px) 100vw, 1016px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Carlito Carvalhosa em seu ateli\u00ea na rua Simpatia, em S\u00e3o Paulo, 1988.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">1988<\/h2>\n\n\n\n<p>Adensamento da mat\u00e9ria pict\u00f3rica e aumento da fragmenta\u00e7\u00e3o pl\u00e1stica das pinturas em enc\u00e1ustica com o uso de pigmentos diversos. As obras policrom\u00e1ticas s\u00e3o compostas pela sobreposi\u00e7\u00e3o de camadas, em um procedimento que remete \u00e0 colagem, ao mesmo tempo que gera volume [pp.\u2009122\u201325]. Submete pedido de bolsa ao Servi\u00e7o Alem\u00e3o de Interc\u00e2mbio Acad\u00eamico (Deutscher Akademischer Austauschdienst\u2009\u2014 DAAD) para um est\u00e1gio de resid\u00eancia art\u00edstica na Alemanha.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">1989<\/h2>\n\n\n\n<p>Recebe resposta positiva ao pedido de bolsa do DAAD. Realiza pain\u00e9is horizontais de grande formato, em \u00f3leo, cera, pigmento e resina sobre madeira. Valendo-se das caracter\u00edsticas contrastantes dos materiais, cria superf\u00edcies que ora refletem, ora absorvem a luz, sugerindo espa\u00e7os secos e \u00famidos, trabalhados em composi\u00e7\u00f5es gestuais [pp.\u2009128\u201329]. Participa do 20\u00ba. Panorama da Arte Brasileira no Museu de Arte Moderna de S\u00e3o Paulo (MAM-SP), dedicado \u00e0 pintura, sob a dire\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica de Denise Mattar. Exposi\u00e7\u00e3o individual na Galeria Paulo Figueiredo, em S\u00e3o Paulo, e primeira exposi\u00e7\u00e3o individual no Rio de Janeiro, na Galeria Funarte. Viaja \u00e0 Alemanha, onde assiste \u00e0 queda do Muro de Berlim.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"662\" height=\"832\" src=\"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/alemanha.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8983\" style=\"width:840px;height:auto\" loading=\"lazy\" srcset=\"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/alemanha.jpg 662w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/alemanha-239x300.jpg 239w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/alemanha-10x12.jpg 10w\" sizes=\"auto, (max-width: 662px) 100vw, 662px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Carlito Carvalhosa na Alemanha, durante a resid\u00eancia art\u00edstica realizada com bolsa DAAD entre 1989 e 1992.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">1990<\/h2>\n\n\n\n<p>Fixa resid\u00eancia e ateli\u00ea em Col\u00f4nia, Alemanha. Realiza desenhos com l\u00e1pis a \u00f3leo e carv\u00e3o e pinturas com cera e colagem. As pinturas com cera, menos mat\u00e9ricas do que as enc\u00e1usticas anteriores, s\u00e3o feitas sobre uma tela fina como suporte e com mais \u00f3leo e pigmento na dilui\u00e7\u00e3o da cera, de forma a valorizar o desenho sobre a materialidade da obra. A transpar\u00eancia do material propicia o recurso da colagem de impressos sob a cera, remetendo a procedimentos utilizados anteriormente [pp.\u2009132\u201333].<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">1991<\/h2>\n\n\n\n<p>Cria obras em cera de dimens\u00f5es reduzidas, em formato 30\u2009\u00d7\u200930 cm, que ser\u00e1 uma marca desse per\u00edodo [pp.\u2009138\u201341]. As pinturas com cera ganham dimens\u00e3o escult\u00f3rica, com relevos e uso de materiais como argila e \u00f3leo incrustados, ao mesmo tempo que o tamanho do suporte diminui, na s\u00e9rie denominada Dedinhos. Os relevos criados a partir de moldes de dedos do artista se projetam da tela e d\u00e3o movimento \u00e0s obras. Os materiais inseridos sob a cera, como bolhas de \u00f3leo e argila, provocam rasgos na superf\u00edcie. A cera transl\u00facida deixa ver o que guarda, e os volumes internos s\u00e3o parcialmente expelidos, conforme o material resseca ou se expande sob a a\u00e7\u00e3o do tempo. As cores e formas org\u00e2nicas sugerem a a\u00e7\u00e3o do corpo do artista nas obras, resultando no que chama de \u201cpinturas feitas com meios da escultura\u201d [pp. 142\u201347]. Exposi\u00e7\u00e3o coletiva na Kunsthandlung Maeder, em Berlim.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">1992<\/h2>\n\n\n\n<p>Experimenta novos formatos nas pinturas com cera, em suportes de 40\u2009\u00d7\u200940 cm e 50\u2009\u00d7\u200940 cm, para criar obras em que os dedos, em vez de se projetarem para fora, deixam rastros na cera, em baixo-relevo [pp.\u2009148\u201349]. Retorna ao Brasil, depois de tr\u00eas anos de resid\u00eancia em Col\u00f4nia, Alemanha. Primeira exposi\u00e7\u00e3o no Brasil dos trabalhos produzidos na Alemanha, na Galeria Paulo Figueiredo, em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"1029\" height=\"595\" src=\"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/brasil-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8960\" style=\"width:840px;height:auto\" loading=\"lazy\" srcset=\"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/brasil-2.jpg 1029w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/brasil-2-300x173.jpg 300w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/brasil-2-1024x592.jpg 1024w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/brasil-2-768x444.jpg 768w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/brasil-2-18x10.jpg 18w\" sizes=\"auto, (max-width: 1029px) 100vw, 1029px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Mat\u00e9ria publicada na Folha de S.Paulo em 4 de junho de 1992, sobre a exposi\u00e7\u00e3o individual realizada na Galeria Paulo Figueiredo.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">1993<\/h2>\n\n\n\n<p>Fixa ateli\u00ea na rua Simpatia, em S\u00e3o Paulo, na casa projetada por ele em 1988. Realiza grandes pain\u00e9is de cera com argila, resina e \u00f3leo em formato 222\u2009\u00d7\u2009122 cm. Os pain\u00e9is repetem o procedimento de isolar bolhas de \u00f3leo, argila, resina e cimento sob a cera transl\u00facida, mas agora as placas s\u00e3o planas, voltadas para o interior [pp.\u2009153\u201355].<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">1994<\/h2>\n\n\n\n<p>Segue realizando pain\u00e9is de cera, agora tamb\u00e9m em formato 160\u2009\u00d7\u2009150 cm [pp.\u2009156\u201357]. Participa da Bienal Brasil S\u00e9culo XX, na Funda\u00e7\u00e3o Bienal de S\u00e3o Paulo, sob coordena\u00e7\u00e3o de Nelson Aguilar e curadoria de arte contempor\u00e2nea de Agnaldo Farias. Exposi\u00e7\u00e3o individual no Gabinete de Arte Raquel Arnaud, com uma s\u00e9rie de pinturas em cera. Cria seu primeiro conjunto escult\u00f3rico, chamado posteriormente de Ceras perdidas [pp. 158\u201363]. S\u00e3o pe\u00e7as ocas e retorcidas, feitas de cera, parafina e argila, que saem dos moldes sem estrutura e endurecem conforme esfriam, sustentadas pelo artista, medindo entre 60 e 170 cm. As Ceras perdidas inauguram um per\u00edodo especialmente dedicado \u00e0 escultura, que vai de 1995 a 2002, quando o artista assume a tridimensionalidade j\u00e1 experimentada nos pain\u00e9is de pinturas com cera.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">1995<\/h2>\n\n\n\n<p>Participa de resid\u00eancia art\u00edstica na Escola Superior de Desenho Industrial da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (ESDI UERJ), onde cria esculturas da s\u00e9rie Ceras perdidas e pain\u00e9is de cera em formato 220\u2009\u00d7\u2009122 cm [pp.\u2009150\u201351]. Primeira exposi\u00e7\u00e3o de esculturas, reunindo as Ceras perdidas e pinturas com cera, no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro (CCBB-RJ) e no Centro Cultural S\u00e3o Paulo (CCSP). Enquanto as esculturas se projetam como se sa\u00edssem dos quadros de cera, as pinturas s\u00e3o voltadas para dentro, formadas por camadas sobrepostas de cera, argila, cimento e pigmentos [pp.\u2009164\u201365].<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"671\" height=\"509\" src=\"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/mari.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8962\" style=\"width:840px;height:auto\" loading=\"lazy\" srcset=\"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/mari.jpg 671w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/mari-300x228.jpg 300w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/mari-16x12.jpg 16w\" sizes=\"auto, (max-width: 671px) 100vw, 671px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Mari Stockler, companheira do artista, e Carlito Carvalhosa nas depend\u00eancias da ESDI UERJ, durante prepara\u00e7\u00e3o de obras para a exposi\u00e7\u00e3o realizada no CCBB\/RJ, 1995.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">1996<\/h2>\n\n\n\n<p>Cria esculturas em porcelana branca, com pe\u00e7as produzidas em parceria com f\u00e1bricas de lou\u00e7a sanit\u00e1ria. Trata-se de um desenvolvimento de seu trabalho escult\u00f3rico anterior, resultando em pe\u00e7as ocas, que deixam ver seu interior atrav\u00e9s de furos redondos, presentes em todas, \u00e0s vezes transpassados por tubos de porcelana. As pe\u00e7as t\u00eam formas complexas e amb\u00edguas e superf\u00edcie rugosa. A pintura branca reluz, de forma a ofuscar o olhar do espectador [pp.\u2009174\u201379].<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">1997<\/h2>\n\n\n\n<p>No Gabinete de Arte Raquel Arnaud, em S\u00e3o Paulo, exp\u00f5e esculturas em porcelana e monotipias em tinta a \u00f3leo sobre papel encerado, que, segundo o artista, funcionam como \u201cespelhos\u201d das esculturas. Exp\u00f5e na Galer\u00eda David P\u00e9rez McCollum, em Guayaquil, no Equador. Cria o trof\u00e9u do Festival Internacional de Document\u00e1rios \u00c9 Tudo Verdade. Exp\u00f5e sua primeira obra ef\u00eamera na mostra coletiva Arte\/Cidade 3, projeto de interven\u00e7\u00e3o urbana sob curadoria de Nelson Brissac Peixoto, realizado entre 1994 e 1997 em S\u00e3o Paulo. A obra Vazador consiste em cinco blocos de massa asf\u00e1ltica de grandes dimens\u00f5es, dispostos no terreno das antigas Ind\u00fastrias Matarazzo, em S\u00e3o Paulo [pp.\u2009166\u201369].<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">1998<\/h2>\n\n\n\n<p>Realiza esculturas em gesso de m\u00e9dio formato, apresentadas pela primeira vez na 5\u00aa. Semana de Arte de Londrina, no Paran\u00e1, junto a vidros pintados com o mesmo material, que rebatem as formas das esculturas. O gesso utilizado nos moldes das pe\u00e7as de porcelana \u00e9 incorporado como material final pelo artista para conformar esculturas montadas em camadas, por sobreposi\u00e7\u00e3o de planos que se encaixam [pp.\u2009180\u201385].<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">1999<\/h2>\n\n\n\n<p>Primeiras exposi\u00e7\u00f5es de pe\u00e7as de gesso ef\u00eameras, de grandes dimens\u00f5es, constru\u00eddas dentro do pr\u00f3prio espa\u00e7o expositivo e em rela\u00e7\u00e3o com ele, incorporando o acaso produzido pelo material. O uso do gesso permite potencializar em escala o paradoxo entre massa e volume apresentado pelas pe\u00e7as de porcelana e, antes, pelas esculturas em cera. Exposi\u00e7\u00e3o Duas \u00e1guas, no Museu Brasileiro da Escultura e da Ecologia (MuBE), S\u00e3o Paulo [pp.\u2009186\u201389], e no Pa\u00e7o Imperial, Rio de Janeiro.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2000<\/h2>\n\n\n\n<p>Resid\u00eancia art\u00edstica no Europees Keramische Werkcentrum (EKWC), na Holanda. As pe\u00e7as em gr\u00e9s t\u00eam formas org\u00e2nicas e dimens\u00f5es diminutas que destoam dos grandes blocos de gesso realizados anteriormente. Resultam do entrela\u00e7amento de fios que formam uma trama complexa e delicada entre interior e exterior [pp.\u2009190\u2013201]. Exposi\u00e7\u00e3o na Galeria Raquel Arnaud com Meia verdade, obra ef\u00eamera em gesso. Duas estruturas paralelas, levemente onduladas, conformam paredes sinuosas com um v\u00e3o estreito entre elas, resultado da cis\u00e3o com motosserra que divide ao meio a pe\u00e7a una. A escultura revela um interior diferente do exterior conforme \u00e9 atravessada. O mesmo procedimento \u00e9 replicado em outras obras desse per\u00edodo [pp.\u2009204\u201309]. Instala\u00e7\u00e3o da escultura Malacara no Jardim da Luz, acervo da Pinacoteca do Estado de S\u00e3o Paulo. Publica\u00e7\u00e3o do primeiro livro monogr\u00e1fico, com organiza\u00e7\u00e3o de Lorenzo Mamm\u00ec e textos de Rodrigo Naves e Alberto Tassinari, pela editora Cosac &amp; Naify.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"658\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/ekcw-658x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8964\" style=\"width:840px;height:auto\" loading=\"lazy\" srcset=\"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/ekcw-658x1024.jpg 658w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/ekcw-193x300.jpg 193w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/ekcw-8x12.jpg 8w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/ekcw.jpg 660w\" sizes=\"auto, (max-width: 658px) 100vw, 658px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Carlito Carvalhosa durante resid\u00eancia art\u00edstica realizada no EKWC.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2001<\/h2>\n\n\n\n<p>Nascimento da primeira filha, Maria Stockler Carvalhosa, de sua rela\u00e7\u00e3o com Mari Stockler. Exposi\u00e7\u00e3o de Surda, obra ef\u00eamera em gesso, na 3\u00aa. Bienal do Mercosul, em Porto Alegre, que replica o formato de Meia verdade em escala ampliada. Exposi\u00e7\u00e3o de Gibraltar, obra ef\u00eamera em gesso, na exposi\u00e7\u00e3o coletiva internacional C\u00f4te \u00e0 c\u00f4te, no Centre d\u2019Arts Plastiques Contemporains (Capc\u2009\u2014\u2009Mus\u00e9e d\u2019Art Contemporain) de Bordeaux (Fran\u00e7a), realizada com os mesmos preceitos de Meia verdade e Surda [pp.\u2009204\u201309]. Exp\u00f5e as esculturas realizadas na resid\u00eancia do EKWC ao lado de desenhos em gesso na Casa da Imagem, em Curitiba, junto de Fabio Miguez. No ateli\u00ea, cria monotipias brancas em \u00f3leo e gesso sobre papel.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2002<\/h2>\n\n\n\n<p>Muda-se com a fam\u00edlia para o Rio de Janeiro, onde monta ateli\u00ea na rua Alice, em Laranjeiras. Apresenta sua primeira escultura em vidro \u00f3ptico. Maluco beleza, em refer\u00eancia \u00e0 m\u00fasica de Raul Seixas [p. 228], \u00e9 exposta na coletiva A imagem do som, no Museu da Imagem e do Som (MIS), Rio de Janeiro. O projeto, idealizado por Felipe Taborda, teve oito edi\u00e7\u00f5es (1998\u20132007) que homenagearam compositores brasileiros atrav\u00e9s da cria\u00e7\u00e3o visual de artistas contempor\u00e2neos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2003<\/h2>\n\n\n\n<p>Depois de quase sete anos dedicado especialmente \u00e0 escultura, volta a pintar, agora utilizando espelhos como suporte. A pintura, realizada com graxa, parafina, gesso e pigmento, ocupa a \u00e1rea central da superf\u00edcie, que \u00e9, ent\u00e3o, prensada por uma placa de vidro transparente [pp. 222\u201327]. O espelho faz com que a pintura rejeite a bidimensionalidade ao interagir com o espa\u00e7o e o espectador, e impede que ela se fixe em um plano definido. Exposi\u00e7\u00e3o das pinturas em espelho da s\u00e9rie Espelhos graxos, em refer\u00eancia \u00e0 natureza da mat\u00e9ria pict\u00f3rica que a comp\u00f5e, na Galeria Raquel Arnaud, S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2004<\/h2>\n\n\n\n<p>Vence o Pr\u00eamio Jabuti na categoria \u201cProjeto\/produ\u00e7\u00e3o editorial\u201d, em parceria com Arnaldo Antunes e M\u00e1rcia Xavier, pelo livro Et eu tu. Exposi\u00e7\u00e3o Casa 7, no Museu de Arte Contempor\u00e2nea de Niter\u00f3i (MAC-Niter\u00f3i), com curadoria de Guilherme Bueno. Resid\u00eancia como artista convidado no ateli\u00ea de gravura da Funda\u00e7\u00e3o Iber\u00ea Camargo (FIC), em Porto Alegre, onde produz uma s\u00e9rie de gravuras em branco e preto, marcadas por formas geom\u00e9tricas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2005<\/h2>\n\n\n\n<p>Nascimento de sua segunda filha com Mari Stockler, Cec\u00edlia Stockler Carvalhosa. Exposi\u00e7\u00e3o da obra ef\u00eamera em gesso Favor n\u00e3o tocar, no Centro Maria Antonia da USP. O bloco de gesso em formato irregular, suspenso por tr\u00eas colunas, foi constru\u00eddo no local, inclinado e abaixado at\u00e9 travar, contido pelo pr\u00f3prio espa\u00e7o expositivo [pp.\u2009210\u201313]. No ateli\u00ea, cria uma nova s\u00e9rie de pinturas em espelho, com maior cobertura da superf\u00edcie reflexiva, uso de cores vibrantes e inscri\u00e7\u00e3o de frases de efeito [pp.\u2009234\u201337]. Exposi\u00e7\u00e3o de espelhos pintados na Silvia Cintra Galeria de Arte, Rio de Janeiro. Cria a s\u00e9rie Lentes, esculturas feitas de vidro \u00f3ptico a partir do prot\u00f3tipo Maluco beleza, apresentado em 2002. As pe\u00e7as consistem em formas curvas, c\u00f4ncavas e convexas, coladas umas sobre as outras, em diferentes composi\u00e7\u00f5es e di\u00e2metros, conformando instrumentos \u00f3pticos de fun\u00e7\u00e3o indefinida [pp.\u2009230\u201331].<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"688\" src=\"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/inst-1024x688.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8966\" loading=\"lazy\" srcset=\"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/inst-1024x688.jpg 1024w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/inst-300x201.jpg 300w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/inst-768x516.jpg 768w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/inst-18x12.jpg 18w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/inst.jpg 1382w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Processo de execu\u00e7\u00e3o da obra em gesso Favor n\u00e3o tocar, exposta no Centro Maria Antonia da USP, 2005.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2006<\/h2>\n\n\n\n<p>Exposi\u00e7\u00e3o de J\u00e1 estava assim quando eu cheguei, escultura ef\u00eamera em gesso, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ), dentro do Projeto Interven\u00e7\u00f5es. Trata-se de uma reprodu\u00e7\u00e3o do P\u00e3o de A\u00e7\u00facar, invertido e suspenso do teto. A paisagem vista das janelas do museu \u00e9 trazida para dentro do foyer, como um souvenir ou uma proje\u00e7\u00e3o [pp. 214\u201319]. Exp\u00f5e J\u00e1 estava assim quando eu cheguei na mostra Paralela, na Oca do Ibirapuera, em S\u00e3o Paulo, mostra de arte contempor\u00e2nea paralela \u00e0 Bienal Internacional de S\u00e3o Paulo, sob curadoria de Daniela Bousso. No ateli\u00ea, segue pintando sobre espelhos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2007<\/h2>\n\n\n\n<p>Realiza pinturas com tinta spray, parafina e gesso sobre espelho. A pintura com spray coincide com a relev\u00e2ncia internacional alcan\u00e7ada pelos grafiteiros brasileiros e resulta em formas fluidas e din\u00e2micas, feitas em cores vibrantes, que interagem com o espa\u00e7o. Exposi\u00e7\u00e3o Fora da casinha na Silvia Cintra Galeria de Arte, no Rio de Janeiro. Apresenta Flor e espinho [p. 41], primeira obra em que utiliza recursos sonoros associados ao aspecto pl\u00e1stico, na exposi\u00e7\u00e3o coletiva A imagem do som, no Pa\u00e7o Imperial do Rio de Janeiro, sob curadoria de Felipe Taborda. A obra consiste em uma pintura sobre espelho cuja metade da superf\u00edcie \u00e9 pintada de preto fosco, enquanto a outra se mant\u00e9m reflexiva. A partir do espelho se ouve a m\u00fasica hom\u00f4nima da obra, em uma montagem que sobrep\u00f5e a vers\u00e3o normal \u00e0 tocada ao contr\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2008<\/h2>\n\n\n\n<p>Participa do Projeto Parede do MAM-SP com a instala\u00e7\u00e3o Quem v\u00ea pensa, que recobre o corredor de entrada do museu com espelhos pintados, paralelos, fazendo o lugar ser dissolvido pela experi\u00eancia da ilus\u00e3o do \u201cespelho infinito\u201d. Realiza a primeira instala\u00e7\u00e3o com uso de tecido n\u00e3o tecido (TNT), l\u00e2mpadas fluorescentes e recursos sonoros como forma de interven\u00e7\u00e3o no espa\u00e7o. A obra Apagador \u00e9 montada na capela do Solar do Unh\u00e3o, sede do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), a partir do edital \u201cArte e Patrim\u00f4nio\u201d, da Funarte, com texto de Fernando Cocchiarale. O recurso visual do TNT, que recobre as paredes, janelas e portas dos ambientes, gera a percep\u00e7\u00e3o de apagamento do pr\u00e9dio e da paisagem do entorno, desfazendo a rela\u00e7\u00e3o do espectador com o lugar. A interven\u00e7\u00e3o sonora, que inclui a participa\u00e7\u00e3o de Arto Lindsay, reproduz os sons de uma sala na outra, refor\u00e7ando a sensa\u00e7\u00e3o de deslocamento [pp.\u2009246\u201347]. Adota os recursos de cobrir os espa\u00e7os com TNT e l\u00e2mpadas fluorescentes associados a dispositivos sonoros, a que denomina \u201capagadores\u201d, em exposi\u00e7\u00f5es com montagens distintas, no Solar do Bar\u00e3o, em Curitiba (Meus olhos), no Pa\u00e7o Imperial do Rio de Janeiro (Estou l\u00e1) e nas galerias Millan e Raquel Arnaud, em S\u00e3o Paulo (Faz parte). A repeti\u00e7\u00e3o dos dispositivos sensoriais em lugares diferentes impossibilita a semelhan\u00e7a diante da mesma experi\u00eancia. No ateli\u00ea, realiza uma s\u00e9rie de monotipias em \u00f3leo sobre papel encerado e segue pintando sobre espelhos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2009<\/h2>\n\n\n\n<p>Montagem de Voc\u00ea tem raz\u00e3o, primeira instala\u00e7\u00e3o utilizando antigos postes de luz suspensos, na exposi\u00e7\u00e3o coletiva Experimentando espa\u00e7os, sob curadoria de Agnaldo Farias, no Museu da Casa Brasileira (MCB), em S\u00e3o Paulo. Os postes instalados na \u00e1rea externa do museu provocam a rela\u00e7\u00e3o entre paisagem e arquitetura ao criar uma linha de horizonte no ar, com faixas pintadas de branco na extremidade dos postes [pp.\u2009266\u201367]. No ateli\u00ea, produz uma s\u00e9rie de pinturas sobre tecido [pp. 244\u201345] e continua pintando sobre espelhos [pp.\u2009240\u201341].<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2010<\/h2>\n\n\n\n<p>Exposi\u00e7\u00e3o Roteiro para visita\u00e7\u00e3o, no Pal\u00e1cio da Aclama\u00e7\u00e3o, em Salvador, parte do Programa Ocupas, promovido pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrim\u00f4nio Art\u00edstico e Cultural da Bahia, com texto de Daniel Rangel. Uma \u00e1rvore suspensa no sagu\u00e3o de entrada, postes de madeira e centenas de pontaletes de eucalipto ocupam os ambientes do edif\u00edcio em estilo neocl\u00e1ssico, constru\u00eddo no s\u00e9culo 19, e provocam na pr\u00f3pria arquitetura o reconhecimento de elementos tirados de seu contexto [pp. 268\u201369]. Ativa\u00e7\u00e3o sonora de Arnaldo Antunes [pp.\u2009268\u201369]. Participa do Clube de Gravura do MAM-SP com a obra Regra de dois, que consiste em uma placa de alum\u00ednio percutido com pequenos relevos na superf\u00edcie. Trata-se da primeira obra do artista utilizando o alum\u00ednio como suporte. Realiza a primeira instala\u00e7\u00e3o apenas com l\u00e2mpadas fluorescentes, Melhor assim, no espa\u00e7o cultural Soso+, em S\u00e3o Paulo, com curadoria de Daniel Rangel [pp.\u2009296\u201397]. No ateli\u00ea, come\u00e7a a utilizar alum\u00ednio espelhado como suporte de pinturas. Instala\u00e7\u00e3o A soma dos dias, com participa\u00e7\u00e3o do compositor norte-americano Philip Glass, como parte do Projeto Oct\u00f3gono Arte Contempor\u00e2nea, realizado no Oct\u00f3gono da Pinacoteca do Estado de S\u00e3o Paulo, sob curadoria de Ivo Mesquita. A obra consiste em uma estrutura espiralar feita em TNT que envolve todo o espa\u00e7o, de onde pendem gravadores e alto-falantes que captam e reproduzem os sons do ambiente [pp.\u2009254\u201359].<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2011<\/h2>\n\n\n\n<p>Instala\u00e7\u00e3o Sum of Days, com participa\u00e7\u00e3o de Philip Glass, no \u00e1trio do Museum of Modern Art (MoMA) de Nova York, sob curadoria de Luis P\u00e9rez-Oramas e Geaninne Guti\u00e9rrez-Guimar\u00e3es. Trata-se de uma remontagem da obra exposta na Pinacoteca de S\u00e3o Paulo, adaptada ao espa\u00e7o do MoMA [pp.\u2009260\u201361]. Instala\u00e7\u00e3o Regra de dois, na Funda\u00e7\u00e3o Eva Klabin do Rio de Janeiro, parte do Projeto Respira\u00e7\u00e3o, sob curadoria de M\u00e1rcio Doctors. Na obra, Carvalhosa utiliza copos de vidro, l\u00e2mpadas fluorescentes, postes e \u00e1rvores suspensas para reconfigurar a experi\u00eancia do espectador com o espa\u00e7o expositivo [pp.\u2009298\u201399]. Exposi\u00e7\u00e3o Lugar comum, na Casa de Cultura Laura Alvim, Rio de Janeiro, sob curadoria de Fernando Cocchiarale, composta por pontaletes de eucalipto, alum\u00ednio percutido, l\u00e2mpadas fluorescentes e pinturas sobre alum\u00ednio espelhado. Exposi\u00e7\u00e3o Qualquer dire\u00e7\u00e3o na Galeria Silvia Cintra+Box4, Rio de Janeiro [pp.\u2009294\u201395]. Publica\u00e7\u00e3o do segundo livro monogr\u00e1fico, Nice to Meet You, pelas editoras Charta e Cosac &amp; Naify, com organiza\u00e7\u00e3o e projeto gr\u00e1fico do artista e textos de Arto Lindsay, Beatriz Bracher, Ivo Mesquita, Jo\u00e3o Bandeira, Juliana Monachesi, Luis P\u00e9rez-Oramas, Paulo Herkenhoff e Paulo Venancio Filho. No ateli\u00ea, come\u00e7a a realizar pinturas monocrom\u00e1ticas sobre alum\u00ednio [pp.\u2009286\u201393].<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"563\" src=\"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/piano-1024x563.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8968\" loading=\"lazy\" srcset=\"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/piano-1024x563.jpg 1024w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/piano-300x165.jpg 300w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/piano-768x422.jpg 768w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/piano-18x10.jpg 18w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/piano.jpg 1385w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Carlito Carvalhosa acompanhado de suas filhas, Maria e Cec\u00edlia Stockler Carvalhosa, durante a prepara\u00e7\u00e3o para a apresenta\u00e7\u00e3o de Philip Glass na instala\u00e7\u00e3o Sum of Days, no \u00e1trio do Museum of Modern Art de Nova York, 2011.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2012<\/h2>\n\n\n\n<p>Recebe diagn\u00f3stico de c\u00e2ncer metast\u00e1tico. Inaugura ateli\u00ea na rua Frolick, em S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o, Rio de Janeiro, projetado pelo artista. Exp\u00f5e a obra Vulgo na 11\u00aa. Bienal de Havana em Cuba, que consiste em uma estrutura de TNT instalada na entrada do Gran Teatro de La Habana. A instala\u00e7\u00e3o conta com a ativa\u00e7\u00e3o sonora do pianista cubano Juan Pi\u00f1era [pp.\u2009262\u201363]. Realiza a exposi\u00e7\u00e3o Shift, na Sonnabend Gallery, em Nova York, EUA. Participa da St. Moritz Art Master, na Su\u00ed\u00e7a, com a instala\u00e7\u00e3o Bulbs End, na Chesa Planta Samedan, sob curadoria de Reiner Opoku. No ateli\u00ea, retoma a s\u00e9rie Espelhos graxos e segue pintando sobre alum\u00ednio.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2013<\/h2>\n\n\n\n<p>Exposi\u00e7\u00e3o Sala de espera, na inaugura\u00e7\u00e3o da nova sede do Museu de Arte Contempor\u00e2nea da Universidade de S\u00e3o Paulo (MAC USP), sob curadoria de Tadeu Chiarelli. A instala\u00e7\u00e3o, planejada desde 2010 e adiada por conta de atrasos nas obras do museu, consiste na ocupa\u00e7\u00e3o do hall central com postes de ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica dispostos horizontalmente, que formam um emaranhado em equil\u00edbrio suspenso com as colunas do espa\u00e7o, gerando uma sensa\u00e7\u00e3o de invas\u00e3o do museu pela paisagem do entorno [pp.\u2009272\u201373]. Exposi\u00e7\u00e3o Sala de espera na Kukje Gallery, em Seul, Coreia do Sul. Participa da exposi\u00e7\u00e3o 30x Bienal, com curadoria de Paulo Ven\u00e2ncio Filho, que re\u00fane artistas e obras participantes da representa\u00e7\u00e3o brasileira nas bienais de S\u00e3o Paulo entre 1951 e 2021.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2014<\/h2>\n\n\n\n<p>Realiza a ativa\u00e7\u00e3o sonora Rio no MoMA de Nova York, como parte da exposi\u00e7\u00e3o dedicada \u00e0 obra de Lygia Clark. Trata-se da impress\u00e3o do texto do livro Meu doce rio, escrito por Clark em 1975, em uma fita de 360 metros passada de m\u00e3o em m\u00e3o, enquanto o p\u00fablico a l\u00ea simultaneamente, criando uma polifonia. Exposi\u00e7\u00e3o Possibility Matters, na Sonnabend Gallery, em Nova York, EUA [pp.\u2009276\u201377]. Exposi\u00e7\u00e3o Precau\u00e7\u00e3o de contato, na Nara Roesler, em S\u00e3o Paulo [pp.\u2009300\u201301]. No ateli\u00ea, cria pinturas com ponta- -seca sobre alum\u00ednios monocrom\u00e1ticos empastados com cera e pigmento azul e vermelho [pp.\u2009302\u201307].<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2015<\/h2>\n\n\n\n<p>Cria uma s\u00e9rie de esculturas em madeira a partir de se\u00e7\u00f5es dos postes de ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica utilizados em instala\u00e7\u00f5es desde 2009. As pe\u00e7as feitas para serem fixadas nas paredes simulam seu atravessamento, como os postes nas exposi\u00e7\u00f5es [pp.\u2009264\u201365]. Exposi\u00e7\u00e3o Casa 7, sob curadoria de Eduardo Ortega, na Piv\u00f4 Arte e Pesquisa, em S\u00e3o Paulo, parte do Programa Fora da Caixa. No ateli\u00ea, amplia o leque crom\u00e1tico utilizado nos monocromos sobre alum\u00ednio.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"671\" height=\"838\" src=\"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/casa7volta.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8970\" style=\"width:840px;height:auto\" loading=\"lazy\" srcset=\"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/casa7volta.jpg 671w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/casa7volta-240x300.jpg 240w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/casa7volta-10x12.jpg 10w\" sizes=\"auto, (max-width: 671px) 100vw, 671px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Mat\u00e9ria publicada em O Estado de S. Paulo sobre a mostra que voltou a reunir pinturas realizadas no ateli\u00ea Casa 7, na Piv\u00f4, S\u00e3o Paulo, 2015.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2016<\/h2>\n\n\n\n<p>No ateli\u00ea, realiza pinturas monocrom\u00e1ticas utilizando alum\u00ednio espelhado como suporte [p. 305].<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2017<\/h2>\n\n\n\n<p>Retoma a cera como mat\u00e9ria pict\u00f3rica, em quadros que repetem o formato 30\u2009\u00d7\u200930 cm utilizado na Alemanha entre 1991 e 1992. As pinturas em cera possuem relevos que remetem a dedos, mas agora sem a inser\u00e7\u00e3o de outros materiais sob a cera, resultando em um suporte est\u00e1vel, sobre o qual o artista pinta figuras geom\u00e9tricas com tinta a \u00f3leo. As obras s\u00e3o montadas em caixas de acr\u00edlico [pp. 326\u201331]. Cria pinturas com cores diversas utilizando o alum\u00ednio como suporte. Instala\u00e7\u00e3o Linha de sombra, com postes de madeira, no Museu Brasileiro da Escultura e da Ecologia, em S\u00e3o Paulo, parte da exposi\u00e7\u00e3o Pedra no c\u00e9u, sob curadoria de Cau\u00ea Alves. Exposi\u00e7\u00e3o Fa\u00e7o tudo para n\u00e3o fazer nada, na Nara Roesler, em S\u00e3o Paulo, com texto de Maria do Carmo Pontes.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2018<\/h2>\n\n\n\n<p>No ateli\u00ea, realiza pinturas sobre alum\u00ednio e passa a conformar conjuntos de quadros de cera feitos a partir de moldes, pintados com motivos geom\u00e9tricos coloridos, chamados de Esquemas. Os conjuntos s\u00e3o formados por dois a dezesseis quadros, numa composi\u00e7\u00e3o que inclui \u00e1reas de respiro entre eles [pp.\u2009335\u201343]. Exposi\u00e7\u00e3o H\u00e1 sempre uma terceira vez, no pavilh\u00e3o que abriga a cole\u00e7\u00e3o de Fernanda Feitosa e Heitor Martins, em S\u00e3o Paulo, sob curadoria de Maria do Carmo Pontes.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2019<\/h2>\n\n\n\n<p>Exposi\u00e7\u00e3o Com\u00e9rcio das coisas, na Galeria Silvia Cintra+Box 4, Rio de Janeiro. Exposi\u00e7\u00e3o I Want to Be Like You, Nara Roesler, Nova York, EUA. Instala\u00e7\u00e3o permanente da obra J\u00e1 estava assim quando eu cheguei no Sesc Guarulhos. No ateli\u00ea, passa a intervir em obras de 2014 e 2015, acrescentando motivos geom\u00e9tricos sobre pinturas de ponta-seca em alum\u00ednio.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2020<\/h2>\n\n\n\n<p>Realiza a obra em cer\u00e2mica A disciplina do sexo, em parceria com a Bordallo Pinheiro, de Portugal. No ateli\u00ea, segue pintando Esquemas de \u00f3leo sobre cera. Durante a pandemia de covid-19, que imp\u00f5e especial prud\u00eancia devido a seu estado de sa\u00fade, mant\u00e9m-se em isolamento junto \u00e0 fam\u00edlia<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2021<\/h2>\n\n\n\n<p>No ateli\u00ea, realiza pinturas sobre alum\u00ednio e Esquemas de \u00f3leo sobre cera. Projeta a instala\u00e7\u00e3o de longa dura\u00e7\u00e3o \u00c1rea de propriedade, na FAMA Campo (F\u00e1brica de Arte Marcos Amaro, Mairinque, SP). Em tratamento m\u00e9dico intensivo, muda-se para S\u00e3o Paulo com a fam\u00edlia. Come\u00e7a a organizar seu arquivo pessoal de cadernos e documentos. Falece no dia 13 de maio, em S\u00e3o Paulo, aos 59 anos. Cria\u00e7\u00e3o do Acervo Carlito Carvalhosa, por iniciativa da fam\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"542\" src=\"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/pp-1024x542.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8972\" loading=\"lazy\" srcset=\"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/pp-1024x542.jpg 1024w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/pp-300x159.jpg 300w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/pp-768x406.jpg 768w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/pp-1536x813.jpg 1536w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/pp-18x10.jpg 18w, https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/pp.jpg 1737w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Primeira exposi\u00e7\u00e3o p\u00f3stuma de Carlito, na Nara Roesler, Nova York, EUA, 2022.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2022<\/h2>\n\n\n\n<p>Exposi\u00e7\u00e3o Carlito Carvalhosa: Matter as Image. Works from 1987 to 2021, na Nara Roesler, Nova York, EUA, com curadoria de Luis P\u00e9rez-Oramas em colabora\u00e7\u00e3o com o Acervo Carlito Carvalhosa. Exposi\u00e7\u00e3o Linhas do espa\u00e7o tempo, no Instituto Ling, em Porto Alegre, com curadoria de Daniel Rangel.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2024-25<\/h2>\n\n\n\n<p>Exposi\u00e7\u00e3o A metade do dobro, no Instituto Tomie Ohtake, em S\u00e3o Paulo, com curadoria de Luis P\u00e9rez- -Oramas, Paulo Miyada, L\u00facia K. Stumpf e Ana Roman [pp. 64, 374\u201377]. Exposi\u00e7\u00e3o A natureza das coisas, no Sesc Pompeia, em S\u00e3o Paulo, com curadoria de Daniel Rangel e Luis P\u00e9rez-Oramas e curadoria adjunta de L\u00facia K. Stumpf [pp. 369\u201373].<\/p>\n<\/body>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1961 Em 11 de dezembro, nasce Luiz Carlos Cintra Gordinho de Carvalhosa, em S\u00e3o Paulo, filho de Margarida Cintra Gordinho e Carlos Barros de Carvalhosa. \u00c9 o irm\u00e3o do meio de Zita e Fernando Carvalhosa. 1977 Ingressa no colegial do Col\u00e9gio Equipe, escola prestigiada pela valoriza\u00e7\u00e3o do pensamento cr\u00edtico e criativo, celeiro de artistas e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"page-cronologia.php","meta":{"nf_dc_page":"","footnotes":""},"class_list":["post-8756","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/8756","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8756"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/8756\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8990,"href":"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/8756\/revisions\/8990"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acervocarlitocarvalhosa.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8756"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}